sábado, 22 de setembro de 2012
Aplicativo Android para inventário florestal
Pesquisadores do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria estão demonstrando como a tecnologia da informação pode ajudar o meio rural a ser mais funcional através de aplicativos em smartphone. Com o Projeto de Ciência Rural Campeiro, que tem como um dos objetivos informatizar produtores rurais, página http://www.crcampeiro.net, uma série de aplicativos para o emprego na agricultura e silvicultura de precisão, geoprocessamento e topografia estão disponíveis gratuitamente. Estes podem ser instalados a partir do Google Play, onde consta breve descrição de cada um.
Especial destaque para dois aplicativos para florestas plantadas:
1 - O Aplicativo C7 LDFP - Levantamentos de Dados I possibilita cadastro de dados de invetário florestal com registro de informações local, área e formato da parcela, elementos dendrométricos e georreferenciamento das árvores.
2 - O Aplicativo C7 Relação H/D – Relação Hipsométrica opera com dados de altura e diametro obtidos e registrados no aplicativo C7 LDFP acima, e procede ajuste a 12 modelos hipsométricos pré-definidos.
Desenvolvedores:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL
LABORATÓRIO DE GEOMÁTICA
Prof. Dr. Enio Giotto e equipe
Site: www.crcampeiro.net
Fone: (55) 3220-8788
e-mail: crcampeiro@gmail.com
terça-feira, 17 de abril de 2012
Estação Espacial Internacional - Rastreio ISS
Na minha opinião, é por estas e outras razões culturais que somos ainda subdesenvolvidos e assim o Brasil quer pleitear uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. Cai na real Brasil!
Com esta ferramenta abaixo podemos rastrear, em tempo real, a posição da Estação Espacial Internacional ISS, além de fornece dados da previsão da passagem sobre as diversas cidades brasileiras.
Fonte: www.apolo11.com
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Instrução que disciplina Planos de Recuperação de Áreas Degradadas no DF
--> INSTRUÇÃO Nº 8 DE 9 DE JANEIRO DE 2012 - IBRAM - GDF (Via Mediafire File Sharing)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Flora Brasiliensis On-Line
Está on line, desde 2006, a maior obra científica já realizada sobre a flora brasileira, Flora Brasiliensis, produzida pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban, com a participação de vários especialistas.Patrocinado pelos imperadores da Áustria e do Brasil e pelo rei da Baviera, em 1817, o botânico alemão von Martius, acompanhado de naturalistas e artistas, percorreu 10 mil quilômetros pelo Brasil. Um feito extraordinário, mesmo nos dias de hoje.
Como resultado, organizou esta obra monumental que durou 48 anos, de 1840 a 1906. São textos e ilustrações que descrevem 22.767 espécies em 15 volumes que somam 10.367 páginas.
Flora Brasiliensis On-Line
Clique nas imagens a seguir para abrir as páginas.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Herbarios Virtuais em plataforma BRAHMS
Um dos serviços prestados pelos Herbários é o fornecimento de dados sobre a flora regional e mundial, tais como, a identificação científica, época de floração ou frutificação, hábito, imagens, tipos, usos, sinônimos, autores dos nomes científicos, ocorrência geográfica e frequência. Com isso, um dos grandes desafios desses herbários é promover a acessibilidade dessas informações, de forma prática e didática, ao um maior público possível.A plataforma BRAHMS (Botanical Research and Herbarium Management Systems) é um sistema gratuito, desenvolvido pela Universidade de Oxford, para gestão de dados botânicos destinado à pesquisadores, ambientalistas e herbários. Este oferece uma gama de recursos para montar etiquetas, alimentar fotos e dados georreferenciados, montar mapas e gerenciar, editar e analisar dados de coletas botânica. Ademais, este permite a publicação dos dados na rede mundial de computadores.
Aqui você baixa o programa.
--> Guia de Treinamento em Português (PDF) (Traduzido por Talita Alves Batista)
Exemplos de herbários virtuais brasileiros desenvolvidos em plataforma BRAHMS:
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Nova Lista de Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção (2008)
Em 2008, na gestão do Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, entrou em vigor a nova Lista Oficial das Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção que aumentou para 472 espécies, quatro vezes maior que a lista de 1992. Os biomas com maior número de espécies ameaçadas são a Mata Atlântica (276), seguido do Cerrado (131) e da Caatinga (46). Já a Amazônia consta 24 espécies, o Pampa com 17 e o Pantanal com duas. As espécies da lista anterior foram mantidas.
Clique aqui e baixe no seu PC.quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Livro "Gastronomia do Cerrado" gratuito na internet

Para quem enxerga o Cerrado apenas como espaço a ser ocupado, saiba que este é extremamente rico em espécies úteis ao homem, principalmente quando ser trata de espécies alimentícias e medicinais. O exemplo desta potencialidade está na sua farta gama de frutos comestíveis como mostra o livro "Gastronomia do Cerrado" que reúne várias receitas preparadas com frutos da região e este pode ser baixado gratuitamente na Internet.
Entre no site www.fbb.com.br, que é o site da Fundação Banco do Brasil e baixe seu exemplar.
Clique aqui ---> Livro Gastronomia do Cerrado
sexta-feira, 4 de março de 2011
Técnica indígena "Muvuca" acelera a recuperação das matas do rio Xingu
Vamos bater palmas e tirar o chapéu!!!!
Basicamente, consiste em plantar com uma plantadeira de soja uma mistura de sementes de mudas nativas com adubos, Muvuca! A plantadeira rasga o solo e coloca a mistura no sulco.
A princípio parece ser uma técnica bem simples, mas na realidade ela é bem sofisticada e necessita de um conhecimento profundo acerca das florestas. Nesta técnica, cada semente e suas proporções na mistura da "Muvuca" são escolhidas cuidadosamente visando exercer a sua função específica na sucessão da recuperação florestal. Assista ao vídeo abaixo e saiba mais como ela funciona.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Dicionário de silvicultura e conservação português-inglês
Este importante dicionário Português-Inglês reune os principais termos técnicos equivalentes da silvicultura e da conservação. Segundo o autor desta publicação, John K. Francis, foi criada tanto para facilitar a cooperação e a transferência de tecnologia entre os países Brasil e Estados Unidos quanto para beneficiar a comunicação entre os idiomas.
Link em pdf --> http://www.fs.fed.us/global/iitf/pubs/gtr_so109.pdf
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Ferramenta IpeaGEO permite visualizar dados em seu contexto geográfico e está disponível para download
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) recentemente lançou o software IpeaGEO, ferramenta de análises estatísticas com foco na análise espacial. O programa permite ao usuário ordenar e visualizar dados em seu contexto geográfico, seja por região, estado, município, ou área do mapa. O programa, gratuito, foi criado pela Assessoria de Métodos Quantitativos da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur). A ideia é fornecer uma alternativa a softwares já existentes no mercado. Além de ser livre (o programa está disponível para download no sítio do Ipea, pelo www.ipea.gov.br/ipeageo), o IpeaGEO apresenta como diferenciais a inclusão de técnicas espaciais inéditas e o foco no território nacional.Assim como ocorre em outros programas que possuem a mesma finalidade, no IpeaGEO o usuário seleciona uma malha e a combina com os dados de seu interesse. Uma das malhas disponíveis é a de municípios do Brasil, que pode ser combinada com uma base de dados que incorpora mais de mil variáveis.
Entre as variáveis trazidas pelo IpeaGEO estão estimativa populacional, área da unidade territorial, população e domicílios, censo agropecuário, Produto Interno Bruto, informações de saúde e educação, estatísticas do registro civil, representação política, estatísticas do cadastro central de empresas, instituições financeiras, finanças públicas, frota, pobreza e desigualdade.
Veja os gráficos apresentados por Pedro
Albuquerque<http://www.ipea. gov.br/portal/ images/stories/ PDFs/100818_ ipeageo_apresent _pedro.pdf>
Veja os gráficos apresentados por Waldery Rodrigues
Júnior<http://www.ipea. gov.br/portal/ images/stories/ PDFs/100818_ ipeageo_apresent _waldery. pdf>
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Sistema de gerenciamento de árvores urbanas
O SISGAU é uma ferramenta para plataforma WEB que se destina ao auxílio do processo de gestão da arborização. O sistema constrói um inventário das árvores existentes com informações relevantes para a criação de estratégias para o manejo dos exemplares.
Entre as características que podem ser inventariadas destacam-se os itens de Sanidade Biológica, que permitem o cadastramento detalhado da ocorrência de organismos fitopatogênicos, tais como fungos, cupins, brocas e formigas. A existência desses organismos pode ser cadastrada de acordo com a região da árvore em que ocorrem, visando a um maior controle do processo de tratamento e permitindo o estudo da distribuição das espécies nas árvores.
SISGAU - Sistema de Gerenciamento de Árvores Urbanas.

Cadastram-se também os defeitos internos e externos que possam interferir na estabilidade dos exemplares, possibilitando a realização de estudos sobre os riscos de queda.
Além disso, o SISGAU permite o cruzamento de dados sobre cada árvore com dados de outros exemplares, para a obtenção de informações sobre o modo de vida dos cupins e sobre a vulnerabilidade de cada árvore ao inseto. Essas informações são de suma importância para se traçar um padrão de ataque dos insetos e dos danos causados.
Esse gerenciamento de informações permite que o cliente seja capaz de priorizar as intervenções. Dessa forma, os gastos são reduzidos, pois se possibilita que as equipes de manutenção das árvores sejam enviadas para os locais em que existe necessidade de poda ou corte de árvore, com a finalidade de evitar acidentes ocasionados por sua queda.
Para facilitar a coleta dos dados em campo foi desenvolvido o Sistema Móvel de Gerenciamento de Árvores Urbanas – SIMGAU. O SIMGAU permite a coleta dos dados em campo para inventário das árvores, por meio de um computador Pocket PC ou um SmartPhone, proporcionando ao usuário uma maior precisão e segurança das informações. Os dados coletados no inventário são registrados e armazenados no SISGAU via WebService para posterior manipulação.
A facilidade de acesso a consultas e inserção de dados no sistema é notável. Em ambos os casos, basta o usuário estar conectado à Internet e utilizar um navegador Web. Com isso, as informações não ficam restritas a apenas um usuário, podendo ser repassadas para todos que utilizam o software, além da visualização poder ser feita de qualquer lugar, a qualquer hora.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Greenjobs - Portal que divulga vagas na área ambiental
Confira aqui
e veja seu futuro emprego!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Lançamento da Lista de Espécies da Flora do Brasil online
São 41.121 espécies da flora brasileira catalogadas neste portal, sendo 3.633 de Fungos, 3.509 de Algas, 1.521 de Briófitas, 1.177 de Pteridófitas, 23 de Gimnospermas e 31.258 de Angiospermas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
BASE CARTOGRÁFICA DIGITAL DA AMAZÔNIA LEGAL
O projeto, coordenado pelo Departamento de Zoneamento Territorial da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, consiste na elaboração da Base Cartográfica Digital Contínua da Amazônia Legal na escala 1:100.000 que passará a integrar o Sistema Cartográfico Nacional. Este projeto foi executado pela Diretoria de Serviço Geográfico, do Exército brasileiro, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e foi um dos grandes incentivadores à construção da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), estabelecido pelo Decreto 6.666 de 2008. Como ponto de partida, foi feita a digitalização, atualização e validação das bases cartográficas analógicas elaboradas pelo estados que compõem a Amazônia Legal. Posteriormente, foram produzidas cartas para as áreas com vazios cartográficos, e estas também serão incorporadas à Mapoteca Nacional Digital da CONCAR.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
GOVERNO LANÇA O SALARIÔMETRO
Acompanhe abaixo salários médios dos profissionais no ramo ambiental, segundo o SALARIÔMETRO:
- Engenheiro civil - R$ 4.710,00
- Engenheiro florestal - R$ 3.229,00
- Engenheiro eletricista - R$ 4.376,00
- Agrônomo - R$ 3.279,00
- Químico - R$ 2.846,00
- Biólogo - R$ 2.023
- Ecólogo - R$ 2.278,00
- Técnico agrícola - R$ 1.254,00
- Técnico florestal - R$ 1.179,00
- Técnico em geologia - R$ 1.203,00
- Desenhista técnico - R$ 853,00
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Serviço Florestal Brasileiro lança livro de bolso sobre florestas brasileiras
http://pt.calameo.com/read/000080426c0465840f000
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Modelos matemáticos para o volume florestal
Cabe frizar que, segundo Soares et al. (2006), os componentes de uma árvore a serem mensurados são definidos como:

- Tronco comercial;
- galhos comerciais;
- tronco não-comercial; e
- galhos pequenos e não-comerciais.
A fórmula básica para o cálculo do volume de uma árvore é derivada a partir do modelo cilíndrico (1).
V = volume do tronco;
d = diâmetro do tronco;
e h = altura do tronco.
Seria desejável que todos os troncos possuíssem a forma cilíndrica perfeita, mas na natureza, obviamente, este padrão raramente acontece. Pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa explicam que a forma dos troncos e dos galhos das árvores estão relacionados com a espécie, com a idade, com os espaçamentos e com a qualidade do sítio (Soares et al. 2006).
Um outro modelo volumétrico muito utilizado (2) é expresso por uma percentagem do volume cilíndrico, multiplicando-se pelo fator de forma f.
V = volume do tronco;
d = diâmetro do tronco;
h = altura do tronco; e
f = Fator de forma
O fator de forma f é igual ao volume real divido pelo volume do cilindro e sempre será expresso por valor < 1. Este fator é calculado a partir de dados de cubagem rigorosa de árvores-amostra, que pode ser realizada nas árvores abatidas ou nas em pé. Segundo Campos & Leite (2006), as árvores -amostra deverão ser colhidas em toda a área da floresta, abrangendo todas as classes de diâmetro, de modo que seja assim bem representativa da população. Ainda segundo esses pesquisadores é comum utilizar em torno de 100 a 150 árvores-amostra, em plantios de eucaliptos e pinus, para o ajuste de um modelo volumétrico. Mais informações sobre cubagem, fórmulas de volume e ajustes de modelos matemáticos, consulte o livro Mensuração Florestal de Campos e Leite (2006).
Com intuito de facilitar os procedimentos para cálculo do volume florestal, algumas equações volumétricas foram desenvolvidas e estão sendo testadas em todo o mundo. Em recente estudo publicado pela Faculdade de Tecnologia da UnB (Imaña-Encinas et al. 2009), 18 modelos volumétricos foram testados (Quadro a seguir).

Em que : V = Volume; D=diâmetro e H=Altura
Em vista disso, somente com um bom planejamento do inventário florestal é que podemos minimizar esforços necessários para estimar o volume florestal. Faz-se necessário, também, por parte dos técnicos responsáveis, uma amostragem para a variável volume mais precisa e criteriosa, evitando-se, desta forma, os desvios amostrais e não-amostrais que são gerados destas operções.
Continue acompanhando o blog que será dado mais atenção sobre este assunto!
Bibliografia consultada:
- Campos & Leite. Mensuração florestal: perguntas e respostas. Viçosa:MG: Editora UFV, 2006. 470p.
- Imaña-Encinas et al. Equações de volume de madeira para o cerrado de Planaltina de Goiás. Revista Floresta, PR, v.39, n.1, p. 107-116, jan./mar. 2009.
- Soares et al. 2006. Dendrometria e inventário florestal. Minas Gerais: Editora UFV, 2006. 276p.
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial 3.0 Unported License.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Livro Plantas raras do Brasil
A Conservation International do Brasil (CI Brasil) em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), lançaram o livro “Plantas Raras do Brasil” no dia 2 de julho de 2009, em Feira de Santana na Bahia, durante o Congresso Brasileiro de Botânica. O objetivo do livro é listar e mapear todas as espécies raras de plantas do Brasil e também as áreas mais importantes para a conservação dessas espécies.O livro foi lançado também em formato digital e está disponível gratuitamente na rede.
- Download --> Plantas raras do Brasil (PDF 20,19 Mb)
SIG das ecorregiões mundiais para download

Em 2001, a WWF desenvolveu uma regionalização das ecorregiões terrestres mundiais em ambiente SIG, através da colaboração de pesquisadores e especialistas de todo mundo.
Os dados disponíveis para download estão em formato shapefile, apropriados para trabalhos em SIG.
- SIG das ecorregiões mundiais (ZIP 50 Mb)
- Artigo científico sobre ecorregiões (PDF) (Revista Bioscience)
sábado, 12 de setembro de 2009
DIVERSIDADE ECONCÔMICA DO CERRADO
Por Henrique Cruvinel Borges Filho
Em estudo realizado no âmbito do Projeto Biogeografia do Bioma Cerrado (Felfili et al. 2005) foram amostradas 150 parcelas de 1000 m2 de cerrado típico com mínimo de perturbação antrópica possível em 15 localidade no Brasil Central.Verificou-se que a riqueza de árvores varia de 55 a 97 espécies por hectare e que o índice de diversidade de Shannon varia de 3,44 a 3,75. O estudo permitiu demonstrar que a distribuição de plantas, tanto estrutural como florística, respondem nitidamente à variabilidade dos ambientes estudados, refletindo com isso grande quantidade de espécies vegetais.
Em decorrência disso, não é de se espantar que a diversidade de espécies econômicas também seja alta. São diversas as espécies utilizadas pelas populações locais, com ampla distribuição no Cerrado. Acompanhe na Tabela 1 abaixo uma pequena amostra dessa diversidade econômica.
Tabela 1 - Plantas úteis de cerrado, espécies e nomes comuns. Fonte: Felfili et al. (2004)
| Grupos de utilidade | Espécie | Nome comum |
| Plantas alimentícias | Acrocomia aculeata | Macaúba |
| Anacardium humile | Cajuzinho | |
| Ananas ananassoides | Ananás-do-cerrado | |
| Annona crassiflora | Araticum | |
| Attalea speciosa | Babaçu | |
| Campomanesia pubescens | Gabiroba | |
| Caryocar brasiliense | Piqui | |
| Dipteryx alata | Baru | |
| Eugenia dysenterica | Cagaita | |
| Hancornia speciosa | Mangaba | |
| Hymenaea stigonocarpa | Jatobá | |
| Inga alba | Ingá | |
| Mauritia flexuosa | Buriti | |
| Peritassa campestris | Saputá | |
| Pouteria ramiflora | Curriola | |
| Psidium firmum | Araçá | |
| Salacia crassifolia | Bacupari | |
| Syagrus flexuosa | Coco-babão | |
| Plantas codimentares (a) aromatizantes (b) e corantes (c) | Amburana cearensis (b) | Amburana |
| Lychnophora ericoides (b) | Arnica | |
| Vanilla spp. (b) | Baunilha | |
| Xylopia aromatica (a) | Pimenta de Macaco | |
| Plantas têxteis | Attalea spp. (folhas) | |
| Chorisia sp. (paina) | Paineira | |
| Eriotheca pubescens (paina) | Paineira do Cerrado | |
| Guazuma ulmifolia (entrecasca) | Mamominha | |
| Luehea grandiflora (entrecasca) | Açoita Cavalo | |
| Mauritia spp (folhas) | Buriti | |
| Pseudobombax longiflorum (embira) | Imbiruçú | |
| Xylopia spp. (entrecasca) | Pindaíba | |
| Plantas corticeiras | Aegiphila lhotskiana | Tamanqueiro-do-cerrado |
| Agonandra brasiliensis | Pau marfim | |
| Enterolobium gummiferum | Vinhático | |
| Fagara cinerea | Mama-de-porca | |
| Kielmeyera coriacea | Pau Santo | |
| Strychnos pseudoquina | Quina-do-cerrado | |
| Symplocos crenata | Sete-sangrias | |
| Plantas taníferas | Anadenanthera peregrina (casca) | Angico |
| Sclerolobium paniculatum (casca) | Carvoeiro | |
| Stryphnodendron adstringens (casca) | Barbatimão | |
| Plantas com exsudatos no tronco | Anadenanthera macrocarpa (goma) | Angico |
| Astronium urundeuva (goma) | Aroeira | |
| Copaifera langsdorffii (balsamo) | Copaíba | |
| Hancornia speciosa (latex) | Mangaba | |
| Himatanthus obovatus (latex) | Pau-de-leite | |
| Hymenaea stigonocarpa (resina) | Jatobá | |
| Myroxylon balsamum (balsamo) | Bálsamo | |
| Protium brasiliense (resina) | Breu | |
| Sapium obovatum (latex) | Leiteiro | |
| Styrax ferrugineus (resina) | Larajinha-do-cerrado | |
| Vochysia spp. (goma) | Gomeira | |
| Plantas produtoras de óleo e gorduras | Acrocomia aculeata | Babaçu |
| Attalea exigua | Indaiá-do-cerrado | |
| Caryocar brasiliense | Piqui | |
| Plantas medicinais | Anemopaegma arvense | Catuaba |
| Bowdichia virgilioides | Sucupira-Preta | |
| Brosimum gaudichaudii | Mamacadela | |
| Cephaelis ipecacuanha | Ipecacuanha | |
| Dimorphandra mollis | Faveira | |
| Exogonium purga | Batata-de-Purga | |
| Lychnophora ericoides | Arnica | |
| Stryphnodendron adstringens | Barbatimão | |
| Tabebuia impetiginosa | Ipê-Roxo | |
| Vernonia polyanthes | Cambará-assa-peixe | |
| Plantas ornamentais | Cariniana estrellensis | Jequitibá |
| Enterolobium contortisiliquum | Orelha-de-negro | |
| Syagrus oleracea | Gueroba | |
| Tabebuia spp. | Ipês | |
| Vellozia flavicans | Canela-de-ema | |
| Plantas empregadas no artezanato | Aspidosperma macrocarpon | Guatambú |
| Loudetiopsis chrysothrix | Brinco-de-princesa | |
| Magonia pubescens | Tinguí | |
| Paepalanthus speciosus | Palipalã |
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial 3.0 Unported License.

